Egípicios, a primeira civilização a desenvolver cultura de subsistência, não descendem do NEGRO

A primeira análise genética de múmias encontrou que os reis egípcios antigos estavam mais intimamente relacionados com os asiáticos ocidentais do que os africanos, de acordo com um estudo publicado na terça-feira pelos cientistas do Instituto Max Planck.

Ou seja, a genética vem, mais uma vez, derrubar tabus históricos de que o povo6474e375d7954c5feb723fcb022fb1ef egípcio, o primeiro, conforme pesquisar, a desenvolver meios culturais de subsistência, como agropecuária, sistemas hidráulicos e irrigação pelo Rio Nilo dentre outras contribuições científicas posteriores, como a metalurgia, NÃO descendem do negróide (homem negro).

A pesquisa descobriu que os antigos egípcios estavam mais intimamente relacionados às populações neolíticas levantinas, anatólias e européias. As múmias submetidas aos testes não compartilharam fortes ligações genéticas com a África, muitas vezes encontradas nos egípcios nos dias de hoje (aparentemente em face da miscigenação).

“Isso sugere que um aumento no fluxo de genes do África subsaariana para o Egito ocorreu nos últimos 1.500 anos”, disse Wolfgang Haak, que liderou a equipe de pesquisa, em um comunicado.

“A genética da comunidade de Abusir el-Meleq não sofreu grandes mudanças durante o período de 1.300 anos em que estudamos, sugerindo que a população permaneceu geneticamente relativamente não afetada pela conquista e domínio estrangeiros”, disse Haak.

É uma evidência adicional de que os egípcios antigos eram geneticamente diferentes dos residentes modernos. Os cientistas concordam em grande parte que os antigos egípcios eram indígenas da região do Nilo, mas uma minoria vocal de estudiosos “afrocêntricos” afirmou que a população antiga da área era inteiramente africana.

Esses estudiosos afirmam que antigos egípcios eram semelhantes às culturas africanas subsaarianas, argumentando que os famosos governantes egípcios, incluindo Tutankhamon e Cleópatra, eram mais africanos que caucasianos. O que é uma mentira altamente vendida nos meios acadêmicos e científicos da genética. Alguns incautos chegam até a advogar tal blasfêmia biológica.

Os pesquisadores analisaram DNA antigo de egípcios mumificados que viveram a partir de 1400 a.C. Para 400 d.C., estabelecendo que as múmias podem ser uma fonte confiável de material genético para estudar opassado antigo.

O estudo poderia abrir a porta para novos testes genéticos de restos mumificados. Mais de 151 múmias individuais foram examinadas durante a pesquisa. Os cientistas recuperaram genomas mitocondriais de 90 indivíduos e conjuntos de dados genômicos de três indivíduos.

ben garrison - daniela feliz guerreiro

Mais uma mentira histórica que tentam nos enfiar goela-abaixo, tentando agregar alguma significância a um povo culturalmente pobre, que é o povo africano.

2 thoughts on “Egípicios, a primeira civilização a desenvolver cultura de subsistência, não descendem do NEGRO

  1. Olá. Gostaria de parabenizá-la pela coragem em expor a sua identidade ao tratar de temas tão controversos. No entanto, alerto-a para que tenha prudência, pois está a se arriscar. Lembre-se que os que dizem defender a tolerância e diversidades são, na realidade, os inimigos mais ferrenhos da liberdade. Usam da força de lei e de toda a forma de perseguição e assédio para prejudicar aqueles que discordam dos dogmas do politicamente correto. Também possuo um blog onde discorro acerca de temas como a questão racial do Antigo Egito. Se quiser, podemos trocar informações.

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    1. Boa tarde, A.D. É bom saber que há pessoas que, assim como eu, não se intimidam com toda pressão social que circunda tais assuntos ditos “tabus”. Frequento a UFPA e convivo diariamente com dogmas sendo jogados a torto e à direita, incapazes de serem refutados pela vias discursivas, pois o preconceito contra certos pensamentos é por demais opressivo. A internet, nesse caso, acaba sendo um meio para se discutir estes tabus e, ainda assim, enfrentamos uma grande opressão, vindo de papagaios que gargarejam tudo aquilo que a “sociedade” instaurou em seus minúsculos cérebros. Estou disposta a conversar com você, para juntos derrubarmos, de forma sensata e lógica, esses tabus que a sociedade impôs através da massa alienada que vomita suas inabaláveis convicções.

      “Os que defendem a tolerância e diversidade são os inimigos mais ferrenhos da liberdade”. Não poderia concordar mais, amigo.

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