Quando foi que a UFPA deixou de pertencer à elite branca e passou a ser infestada por negros cotistas?

Tem me incomodado muito o tipo de gente que vejo quando desço do ônibus e entro no campus da UFPA. Como meus pais e avôs diziam, antes a elite branca, gente bem-apessoada, de boa condição socio-econômica e educação refinada, habitavam a Universidade Federal e tornavam-a um oásis de prozas ricas e produção científica. No entanto, o que hoje eu vejo são apenas negros e mestiços, que entram por COTA; ou seja, mesmo com baixo rendimento acadêmico, seja no ENEM ou em qualquer outro Processo Seletivo, estes cotistas, negros pobres, conseguem entrar na UFPA, por completo desmérito, com aquele velho pretexto da “dívida histórica” que a comunidade afrodescendente tanto clama.

daniela feliz barbosa guerreiro - negros

Não só as cores em si incomodam, mas o comportamento dos mesmos. Não conseguem viver sem se portar como seus ancestrais macacos; ficam tirando selfies, interrompendo a aula, formando grupos para gazetar aulas e deixar os professores a sós na sala, forçam saída mais cedo, usam a UFPA como point para dar “rolézinhos” e fumar maconha, que, por sinal, é descaradamente vendida por lá. A UFPA de hoje se tornou uma boca de fumo e senzala gigantesca para abrigar toda pária social.

diversidade cultural - daniela feliz

Restaurante Universitário com preço acessível para os pobres, o “Vadião”, o super-pop da UFPA, tudo isso atrai o pior tipo de indigente. Hoje a elite se concentra nas faculdades particulares mais renomadas e de alta mensalidade; isto é uma opção das famílias abastadas, pois não querem que seus descendentes se misturem com os traficantes-símios da UFPA. É realmente muito triste ter de pagar uma particular para se poder ter ensino de qualidade e um ambiente favorável aos estudos, porém, não há escolha, pois a UFPA, além de ser um antro de professores concursados estáveis que vivem grevando, é uma bagunça em termos organizacionais: chegam a ministrar três semestres de conteúdo em um ano, devido às contates recessões – essas que, por sinal, os alunos adoram.

Tudo isto me indigna, pois não se vê mais produção científica e a tal elite branca, que migrou para as particulares. O que se vê são mestiços poluindo o ambiente, professores descompromissados e relapsos, e uma forte tendência à implantação forçada de ideologias de esquerda – doutrinadas pelas grades curriculares do MEC.

perigo negros - dani rodland

Hoje, a UFPA não produz nada além da pária social e acadêmica: esquerdistas que tiraram o diploma empurrando o seu curso na barriga (principalmente os de humanas, onde há o tipo de aluno mais repulsivo que se pode imaginar), o que oferece ao mercado de trabalho péssimos profissionais que não se diferem muito em termos cognitivos de auxiliares de limpeza, trabalho laboral que, cá entre nós, qualquer um pode executar.

No curso de Biologia, infelizmente, não posso dizer que é diferente. Os macacos cotistas com os seus privilégios da “dívida histórica” estão lá, flauteando, gazetando aulas, ocupando o campus por “questões políticas” (leia-se, qualquer cenário desfavorável aos partidos de esquerda, como PT, PSOL, PCdoB, Rede e outros partidos de homossexuais enrustidos), torcendo para novos recessos e pedindo cancelamento de aulas sob subterfúgios vergonhosos – chegaram a pedir na minha turma a suspensão das aulas por motivos de uma suposta guerra nuclear que viria a ocorrer entre Estados Unidos e Coréia do Norte!

dani rodland nigger
Negro acessando redes sociais para postar suas macaquices na internet.

Bem, é isso. Esse post não tem caráter científico como meus outros e o fiz mais por desabafo pessoal, mesmo. Enfim, estou profundamente indignada com o que as UFs se tornaram (antros de marxismo cultural, vagabundagem e tráfico de entorpecentes), e torço para me formar logo e sumir deste lugar, indo fazer minha pós-graduação em genética e estudos de raça em uma Universidade fora desse país fadado à ruína, para de lá eu rir da cara dos azarados que aqui ficaram.

Beijinhos, meu povo!

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