Miscigenação deixa brasileiro menos inteligente, segundo cientista

“Miscigenação diminui o QI dos brasileiros.”

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Charles Murray

Charles Murray, cientista político americano diz que a elevada proporção de negros no País reduz o índice de inteligência nacional

O cientista político americano Charles Murray tornou- se mundialmente famoso em 1994, com o polêmico livro The bell curve, intelligence and class structure in american life (A curva do sino, inteligência e estrutura de classe na vida americana). Na obra, escrita em parceria com Richard Herrnstein, psicólogo e professor de Harvard, ele discute o papel do QI (coeficiente de inteligência) na sociedade. Segundo ele, o QI é mais eficiente para predizer como será a renda, o desempenho no trabalho e até chances de gravidez fora do casamento do que a escolaridade ou a situação socioeconômica da família quando comparam-se grupos.

Por sustentar que o QI dos brancos é mais alto que o dos negros, foi acusado de racismo e chegou a ter sua foto estampada ao lado da de Hitler. Murray acaba de lançar um livro sobre educação (Real education: four simple truths for bringing America’s schools back to reality, em tradução livre Educação real: quatro simples verdades para trazer as escolas americanas para a realidade) e vem pela primeira vez ao Brasil para o seminário “O Impacto dos Resultados Pisa e a Formação de Intelectuais na América Latina”, organizado pelo programa de pós-graduação em psicologia da Universidade Federal de Minas Gerais. Aos 65 anos, Murray participa do American Enterprise Institute, um centro de estudos conservador sediado em Washington.

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Cultura afrodescendente: barbaridade, ignorância e superstições.

Se as escolas públicas americanas são ruins, como o sr. diz, que soluções existem para a educação em países do Terceiro Mundo como o Brasil?

CHARLES MURRAY – Não conheço as escolas brasileiras, mas posso falar em linhas gerais: se ainda há muitas escolas brasileiras que são fracas nas coisas óbvias – instalações ruins, poucos professores, poucos equipamentos -, é fácil fazer melhorias importantes, e ver os indicadores brasileiros de educação melhorar também. Em um país como os Estados Unidos, os problemas são menos óbvios e mais difíceis de se resolver. Por exemplo, a burocracia educacional em muitas de nossas grandes cidades é incompetente. Como se dá um jeito em uma burocracia incompetente?

ISTOÉ – Se as escolas públicas americanas são ruins, como o sr. diz, que soluções existem para a educação em países do Terceiro Mundo como o Brasil?

CHARLES MURRAY – Não conheço as escolas brasileiras, mas posso falar em linhas gerais: se ainda há muitas escolas brasileiras que são fracas nas coisas óbvias – instalações ruins, poucos professores, poucos equipamentos -, é fácil fazer melhorias importantes, e ver os indicadores brasileiros de educação melhorar também. Em um país como os Estados Unidos, os problemas são menos óbvios e mais difíceis de se resolver. Por exemplo, a burocracia educacional em muitas de nossas grandes cidades é incompetente. Como se dá um jeito em uma burocracia incompetente?

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ISTOÉ – O sr. já foi acusado de racismo. Os brancos são mesmo mais inteligentes que os negros?

CHARLES MURRAY – Fui acusado de racismo porque mostrei um indiscutível fato empírico: quando amostras representativas de brancos e negros são submetidas a testes que medem a habilidade cognitiva, os resultados médios são diferentes. Isto não é uma opinião.

É um fato, da mesma forma que medidas de altura mostram um resultado médio diferente entre japoneses e alemães. Eu não tirei conclusões racistas deste fato, não advoguei políticas racistas, e tenho escrito explicitamente que a lei deve tratar pessoas como indivíduos e não como membros de grupos raciais. Então por que me chamar de racista? Porque alguns fatos não podem ser discutidos – e os indivíduos que os discutem devem ser pessoas terríveis.

ISTOÉ – O Brasil é um país onde a miscigenação é a regra. Isso significa que o QI médio do brasileiro é inferior ao dos nórdicos, por exemplo?

CHARLES MURRAY – É uma questão de aritmética. Se em testes o QI é sempre maior com amostras de nórdicos do que com amostras de negros, então um país com uma significativa proporção de negros terá um QI médio inferior ao de um país que consiste exclusivamente de nórdicos. Isso é verdade, por exemplo, quando comparamos os Estados Unidos com a Suécia, da mesma forma que é verdade quando comparamos o Brasil e a Suécia. A única questão é empírica: as médias são sempre diferentes? Se são, a questão está respondida por si mesma.

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ISTOÉ – Especialistas defendem o QI para medir algumas habilidades, mas não como prova de inteligência para a vida. Qual a sua opinião?

CHARLES MURRAY – Concordo. Habilidades cognitivas medidas pelos testes de QI são importantes, mas para qualquer indivíduo é apenas uma das muitas habilidades e características que determinam como a vida será.

ISTOÉ – Estar tão focado no resultado do QI não é muito determinista?

CHARLES MURRAY – Sem dúvida. Por isso sempre escrevi que as pessoas tendem a colocar muita ênfase no QI. Saber o QI de uma pessoa diz muito pouco sobre se você a achará admirável, gostável, um bom colega de trabalho ou um bom cônjuge. O valor dos testes de QI, para um cientista social, é usá-los para prever resultados em grupos grandes. Por exemplo, se você me mostrar duas crianças de seis anos, uma com 110 de QI e outra com 90, não tenho idéia de quem estará ganhando mais quando elas estiverem com 30 anos. Mas, se você me mostrar mil crianças de seis anos com 90 de QI e mil com 110, posso dizer com muita confiança que a renda do grupo de 110 de QI aos 30 anos será mais alta na média – essa é palavra-chave, na média – do que a do grupo de 90.

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ISTOÉ – Até que ponto da vida é possível aumentar o QI?

CHARLES MURRAY – É muito difícil aumentá-lo.

Nos Estados Unidos temos muitos programas experimentais com o objetivo de enriquecer o ambiente de aprendizado para crianças pequenas.

Eles mostram alguns ganhos a curto prazo, mas esses ganhos sempre desaparecem quando as crianças são testadas novamente anos mais tarde. Não temos nenhum programa que demonstre aumento de QI entre crianças maiores que sete ou oito anos.

ISTOÉ – Há pesquisas que mostram que é possível aumentar a inteligência. O que o sr. pensa sobre isso?

CHARLES MURRAY – Estou sempre disposto a examinar novas evidências. Os trabalhos que conheço não dizem isso.

ISTOÉ – O que o sr. pensa sobre outros tipos de inteligência, como inteligência emocional?

CHARLES MURRAY – Características pessoais como autodisciplina, perseverança, empatia e bom humor são muito importantes. Também há uma qualidade essencial, que Aristóteles chamou de “sabedoria prática”, que está relacionada ao QI, mas engloba uma capacidade de avaliação muito mais ampla do que a detectada em um teste.

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ISTOÉ – Existem diferenças no QI de homens e mulheres?

CHARLES MURRAY – O consenso entre especialistas é que o QI médio de homens e mulheres é igual, mas o perfil de habilidades cognitivas específicas varia de acordo com o gênero. Uma minoria sustenta que existe uma diferença na média também, mas isso é uma questão extremamente técnica. Fico com a maioria até que surjam novos dados que provem o contrário.

ISTOÉ – As ações afirmativas podem consertar erros históricos?

CHARLES MURRAY – Nos Estados Unidos a ação afirmativa tem sido destrutiva para brancos e negros. Por que não focar toda a nossa atenção em fazer um trabalho melhor tratando indivíduos de acordo com as qualidades que eles têm enquanto indivíduos? Para mim, isso é justiça. Tratar pessoas como membros de grupos, isso é racismo na minha visão.

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ISTOÉ – Dados americanos mostram que, nos últimos 30 anos, a diferença entre o QI de brancos de 12 anos e negros de 12 anos diminuiu de 15 pontos para 9,5 pontos. Isto não prova que políticas inclusivas que estimulam os jovens funcionam?

CHARLES MURRAY – Na verdade, dados mostram que a diferença está diminuindo e dados, tão convincentes quanto, mostram que não houve nenhuma redução nos últimos 30 anos.

ISTOÉ – O que pensa sobre cotas para mulheres, na política, e para deficientes em empresas e serviço público?

CHARLES MURRAY – Odeio cotas.

ISTOÉ – A habilidade intelectual tem a ver com a geografia: um negro americano é diferente de um negro brasileiro que é diferente de um africano?

CHARLES MURRAY – Há muita verdade nisso. Por exemplo, nós sabemos que o QI dos negros americanos é muito maior do que o dos negros africanos e uma grande parte desta diferença tem de ser atribuída às diferenças de ambiente onde eles cresceram.

ISTOÉ – Qual o peso do ambiente na inteligência?

CHARLES MURRAY – As estimativas são de que o QI é entre 40% e 60% produzido pelo ambiente e o resto é genético.

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ISTOÉ – Existem gênios que não têm QI excepcional?

CHARLES MURRAY – Claro. Qual era o QI de Rembrandt? E de Mozart? Tenho certeza de que eles tinham um QI mais alto que a média, mas não há indícios de que era excepcional. A genialidade deles está em outras coisas. Newton e Gauss tinham habilidades matemáticas que, provavelmente, eram tão grandes que nenhum teste de QI poderia medir, assim como Shakespeare e Goethe tinham habilidades verbais excepcionais.

ISTOÉ – Há gênios no esporte?

CHARLES MURRAY –  Existem, claramente, gênios no esporte. Mas evito a palavra inteligência nesses casos, prefiro habilidade. Existe alta habilidade cognitiva e alta habilidade esportiva e elas têm muito pouca conexão entre elas.

ISTOÉ – O sr. deve angariar inimigos por causa de suas opiniões controversas. Como lida com isso?

CHARLES MURRAY – Quando The bell curve foi publicado, fiquei deprimido com as críticas e preocupado em como fazer as pessoas entenderem o que eu tinha dito de fato, em vez de o que os meus inimigos disseram que eu disse. Agora, aos 65 anos, não ligo mais para o que as pessoas pensam.

ISTOÉ – Qual é o seu QI? O sr. está feliz com ele?

CHARLES MURRAY – O sistema escolar da cidade onde eu cresci aplicava testes de QI nos estudantes aos 13 anos, e os resultados eram usados pelas escolas para guiá-las. Os estudantes nunca sabiam os resultados, por isso nunca soube qual é o meu QI. Sou feliz com minha habilidade verbal e gostaria de ter mais habilidade matemática.

Fonte: http://www.istoe.com.br/assuntos/entrevista/detalhe/3365_MISCIGENACAO+DIMINUI+O+QI+DOS+BRASILEIROS

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4 thoughts on “Miscigenação deixa brasileiro menos inteligente, segundo cientista

  1. Brancos inseriram o negro na sociedade branca, deram-lhe liberdade, miscigenaram e agora nós, tanto tempo depois da merda feita adotamos a rejeição como forma de protesto por sermos vítimas em nosso cotidiano desse “erro” comprovado pela história e com embasamento estatístico, logo, com toda essa merda feita, durante décadas os empurrando a margem da sociedade, como lixo sem destinação, sem tratamento, sem beneficiamento, eles foram se acumulando e começaram a se misturar e na revolta invadir sem escrúpulos em nome dessa “dívida histórica”, ocupando os espaços na sociedade como podem, exigindo equivalência de direitos sem deveres proporcionais.

    Ódio por negros no Brasil é algo inútil, desde a fundação do país a merda já ta feita, somos produto final disso, boa parcela da população e quem sabe até você descende deles.

    A verdade é que estamos sempre procurando algo para odiar, para justificar de alguma forma nosso fracasso ao invés de individualmente buscarmos ser melhores, evoluir, fazer nosso melhor ou o que for possível nos igualamos a eles no vitimismo histórico achando que isso resolve algo.

    E para completar a bosta, o marxismo os tornou ferramenta útil e ganharam aliados na cobrança dessa suposta dívida histórica aumentando ainda mais a revolta.

    O que resta?

    Minha mãe descende de italianos, loira do olho azul e família inteira de brancos, meu pai, negro, filho de negra descendente de escravos com um poderoso fazendeiro de origem libanesa.

    Enfim, talvez me considerem inferior por isso, por isso tenho lutado desde que me entendo por gente para evoluir como indivíduo.

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    1. Comparar brancos com negros, que para mim não passam de animais de zoológico civilizados, é um absurdo biológico. É como comparar humanos com macacos.

      Ao longo dos séculos, a raça branca atravessou oceanos, navegou rios, cultivou desertos e colonizou os mais improdutivos campos gelados. Ela foi a responsável pela invenção da prensa de impressão, distribuição da eletricidade, vôos, foguetes, astronomia, o telescópio, viagens espaciais, armas de fogo, o transistor, o rádio, a televisão, o telefone, a lâmpada elétrica, a fotografia, o cinema, o fonógrafo, a bateria elétrica, os automóveis, as máquinas à vapor, o transporte rodoviário, o microscópio, os computadores, e milhões de outros milagres tecnológicos. Ela descobriu inumeráveis avanços médicos, incríveis aplicações, progressos científicos, etc. Seus membros incluíram nomes como Sócrates, Aristóteles, Platão, Homero, Tácito, Júlio César, Napoleão, William o Conquistador, Marco Polo, Washington, Jefferson, Hitler, Bach, Beethoven, Mozart, Magalhães, Colombo, Cabot, Thomas Edison, Graham Bell, Pasteur, Leeuwenhoek, Mendel, Darwin, Newton, Galileu, Watt, Ford, Lutero, Da Vinci, Poe, Tennyson e milhares e milhares de outros notáveis indivíduos.

      Através de 6000 anos de história registrada, o negro africano não inventou nada. Nem uma língua escrita, roupas tecidas, um calendário, um arado, uma estrada, uma ponte, uma ferrovia, um navio, um sistema de medidas, ou sequer a roda. (Nota: isto se refere ao negro puro). Ele sequer cultivou uma simples colheita ou domesticou um único animal para seu próprio uso (apesar de muitos animais fortes e dóceis existirem em quantidade ao seu redor). Seu único meio de transporte de bens era o corpo. Para abrigar-se, ele nunca progrediu além da choça de lama, uma construção que um castor ou lontra é também capaz de realizar.

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  2. Eu odeio os portugueses com todas as minhas forças.

    Todos os dias tenho que passar pelas ruas de uma grande cidade para trabalhar e o cenário que vejo é a mais pura desgraça.

    Diferente dos ingleses que eram um povo honrado, disciplinado e trabalhador; os portugueses não passam de escória. Tansos, corruptos, preguiçosos, inaptos. Não conseguiram nada, mesmo com todo o ouro, pau Brasil e outras coisas que usurparam deste nosso território. Hoje Portugal juntamente com a Grécia são os países mais fodidos da Europa.

    Como se não bastasse serem naturalmente ineptos, esses mouros ainda encheram o Brasil de negros. Tanto que hoje a maioria real da população é negra/parda/”branca” miscigenada.

    Diferente dos EUA onde cerca de 3% da população era composta de negros escravos, aqui eles chegaram a 40% da população. Muitos morreram de fome ou doenças, mas os que sobreviveram se reproduziram como ratos criaram essa merda que nós vivemos.

    Já visitei diversos países desenvolvidos, e em nenhum deles existe essa merda de favelas ou cultura de valorização de criminosos como há no Brasil.

    Negros tem o QI de chimpanzés, e são incapazes de suprir suas próprias necessidades. Se não fosse pela ação do Estado eles morreriam de fome, doenças, frio ou seriam mortos por outros negros.

    Vejam que eles adoram se vitimizar dizendo coisas como ” 90% dos presos são jovens negros”. Mas veja a realidade NEGROS SÓ CONSEGUEM SEGUIR DOIS CAMINHOS: SUBEMPREGOS OU CRIME.

    Eles andam em bandos, usam drogas e roubam pessoas de bem e turistas. Ah, mas “faltam escolas”. Sempre tem um verme para forçar essa merda. Mas a real é que a escola para negros serve apenas para traficar ou comer novinhas. Eles não dão uma singela foda para os estudos.

    Essas bostas de favela me deixam com profundo nojo. Se Hitler nascesse no Brasil, não tenho dúvida que a sua primeira ação seria eliminar os negros e pardos que vivem lá e tacar fogo em tudo.

    Nesse momento negros acabam de fazer um arrastão fechando um túnel importante no Rio de Janeiro.

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