O genocídio da identidade cultural, da auto-determinação dos povos e do conceito de Nação: uma breve história sobre o identitarismo europeu contemporâneo

Podemos observar hoje, no século XXI, grandes deslocamentos de pessoas de países periféricos migrando para países com condições melhores para se viver. Principalmente aqui no Brasil, um país mestiço de portugueses, índios, espanhóis, italianos, japoneses, judeus e negros subsaarianos (coisa que ocorre desde o Império, com a mestiçagem forçada para aumentar a natalidade e o índice populacional para povoar o país e evitar invasões de fora, e no início do século XX, na Era Vargas, com a ideia de trazer italianos, alemães e holandeses, por meio de incentivos fiscais, para “embranquecer” a raça brasileira). No entanto, além da homogeneização cultural acarretada pela globalização, pode-se ver esse fenômeno bem mais claramente na Europa, tomando a França como exemplo: hoje, negros e árabes compõe grande parte da população francesa, e o país, tradicionalmente católico, hoje tem em mais de 50% de seus nacionais como adeptos do islamismo.

richard nikolaus coudenhove-kalergi
Richard Nikolaus Coudenhove-Kalergi (1874-1972)

As causas da imigração em massa na Europa ainda são astutamente escondidas e retratadas como inevitáveis pela propaganda dos maiores veículos de imprensa, como CNN, BBC entre outras grandes alavancas de publicidade de eventos e notícias, sejam elas verdadeiras ou não. O que é apresentado sutilmente como um fenômeno inevitável e espontâneo é, em verdade, um deliberado plano de longo prazo para destruir a identidade do continente, orquestrado e financiado pelas famílias mais poderosas e a elite global – em sua maioria, família judaicas como os Rothschild e Rockefeller.

Com isto, neste post abordaremos fatores importantes que teriam influenciado nessa “perda” gradativa da identidade dos povos e das nações, através dos planos: Kalergi, Hooton e Kaufman. Ideias essas que são obliteradas propositalmente, mas que compõe um acervo histórico e biológico interessante para se conhecer.

Plano Kalergi é um plano genocida desenvolvido em 1923 pelo político mestiço Richard Nikolaus Coudenhove-Kalergi e por seus parceiros maçons, precursores da União Europeia, para destruir a Europa e exterminar a raça branca, através da imigração de negros, asiáticos, mestiços americanos, ameríndios e muçulmanos para misturar racialmente, produzindo, de acordo com suas próprias expectativas, uma raça mista passiva, dócil, previsível e manipulada, de carácter e inteligência inferior sobre o que poderia governar a elite aristocrática judia para sempre, pois este povo inferior seria incapaz de se organizar para se rebelar, e até perceber que eles são dominados.

Este plano, estabelecido em 28 teses, é inspirado na do controle humano sobre os animais da fazenda, que, devido à sua menor inteligência não podem se rebelar.

Em seu livro “Praktischer Idealismus”, Kalergi indica que os residentes do futuro “Estados Unidos da Europa” não serão os povos do Antigo Continente, mas produtos de miscigenação.  Ele claramente declara que os povos da Europa deveriam se misturar com os Asiáticos e raças escuras, assim criando um rebanho multinacional com nenhuma qualidade e facilmente controlado pela elite dirigente.

dani rodland - polícia macedônia - oriente médio - daniela feliz barbosa guerreiro
Polícia da Macedônia bloqueia a entrada de um grupo de imigrantes. As grandes convulsões no Oriente Médio levam a imigração em massa aos Bálcãs. A Grécia em crise é um grande exemplo disso, assim como as grandes convulsões na África levam a imigração em larga escala aos países Mediterrâneos.

Kalergi elimina a nacionalidade e auto-determinação usando movimentos separatistas étnicos e imigração em massa.  No intuito de a Europa vir a ser controlada por uma elite, ele quer transformar o povo numa geração misturada de negros, brancos e asiáticos.  Quem é essa elite, porém? Kalergi particularmente nos ilumina a respeito disso:

“O homem do futuro será o mestiço. […]

A futura raça euro-afro-asiática, exteriormente semelhante ao egípcio, substituirá a diversidade dos povos pela diversidade de personalidades. Pois, segundo as leis hereditárias, a diversidade cresce com a diversidade dos progenitores, a unicidade com a unicidade dos progenitores. Nas famílias incestuosas, um filho assemelha-se ao outro: pois todos representam um mesmo tipo de família. […] Incesto gera tipos característicos – Cruzamentos geram personalidades originais.”

– Richard Coudenhove-Kalergi, “Praktischer Idealismus”, 1925, pág. 22/23

Embora nenhum livro escolar mencione Kalergi, suas ideias são os princípios reitores da União Europeia.  A crença que os povos da Europa deveriam ser misturados com Africanos e Asiáticos para destruir nossa identidade e criar uma única raça mestiça, é a base de todas as políticas públicas que se dirijam a proteger minorias.  Não por razões humanitárias, mas por causa das diretivas lançadas pelo regime cruel que maquina o maior genocídio na história.

A incitação ao genocídio, é também a base de constantes apelos das Nações Unidas, que nos cobra aceitarmos milhões de imigrantes dirigindo-se às baixas taxas de natalidade da União Europeia.  De acordo com um relatório publicado em Janeiro de 2000 na Análise de “divisão populacional” das Nações Unidas em Nova Iorque, sob o título “Substituição pela imigração: uma solução para a população declinante e envelhecedora”, a Europa necessitará de 159.000.000 de imigrantes até 2015.

Como meio de alcançar este império mundial judaico, Kalergi é a favor da eliminação da Auto-Determinação dos Povos e, então, a eliminação do conceito de Nação através de grandes deslocamentos humanos ou imigração em massa.

imigração - dani rodland
Barco com imigrantes com escolta policial chega a Tenerife, nas Ilhas Canárias, Espanha.

Para tornar a Europa dominável pelos judeus, Kalergi quer transformar os homogêneos povos europeus em uma raça de mestiços, composta de brancos, negros e amarelos. A tais mestiços, ele confere características como crueldade e infidelidade, características tais que precisam ser criadas artificialmente e que ele julga ser indispensável para possibilitar o domínio judaico.

“A consequência é que o mestiço unirá a ausência de caráter, inescrupulosidade, indolência, desleixo, crueldade e falta de fidelidade, com a objetividade, flexibilidade, o espírito aguçado, ausência de preconceito e amplitude de horizonte.”

– [Richard Coudenhove-Kalergi, “Praktischer Idealismus”, 1925, pág. 21]

dani rodland - white genocide - raça branca - nazismo

Também seguindo o mesmo viés das ideias de Karlergi, surge o Plano Hooton, que são as propostas publicadas na década de 1940 por Earnest Hooton, antropólogo de Harvard, para realização da alteração biológica em massa do povo alemão objetivando a criação de uma raça de personalidade submissa.

Hooton via como maior ameaça ao controle da humanidade a “rebeldia” do povo alemão, e seu plano consistia em exterminar essa característica do gene germânico.

Diferentemente do Plano Kaufman, as idéias de Hooton visavam a eliminação da raça alemã através da mutação biológica, enquanto o plano Kaufman propunha a simples extinção dos alemães através da esterilização forçada.

A metodologia proposta por Hooton diferencia-se também das medidas efetivamente adotadas após a Segunda Guerra Mundial, que realizam a permanente reeducação e mutação psico-social do cidadão alemão adulto e das gerações futuras.

welcome to zion - judeus - kalergi - dani rodland - daniela feliz barbosa guerreiro

Earnest Hooton publicou em 04 de Janeiro de 1943, no Peabody Magazine de Nova Iorque, um artigo intitulado “Breed war strain out of Germans” :

“A intenção básica é a destruição do nacionalismo alemão. O objetivo destas medidas é, entre outros, reduzir a taxa de natalidade dos alemães e incrementar a imigração e fixação de não-alemães”.

Também em 10 de outubro de 1944, Earnest Hooton sugeriu no New York Times que, além de usar manipulações genéticas para eliminar o “gene bélico” dos alemães, se utilizasse os membros das Forças Armadas alemãs como mão de obra escrava durante ao menos 20 anos.

 

Hooton que considerava todos alemães sem exceção como “débeis morais”  expunha como deveria ser viabilizada a mutação genética alemã:

Durante este período (da ocupação e vigilância) deve ser também incrementada a migração para a Alemanha de pessoas não alemãs, principalmente de homens“.

dani rodland - germany must perish - daniela feliz barbosa guerreiro

Surge, um ano depois, o Plano Kaufmann. Trata-se de uma proposta publicada em 1941 por Theodore Newman Kaufman, de exterminar o povo alemão através da esterilização forçada, e substitui-lo por outras nacionalidades. A proposta foi elaborada por Kaufman e editada em livro intitulado “Germany must perish !” (“A Alemanha deve perecer !”) O Times Magazine divulgou o livro em sua edição de 24 de março de 1941.

A proposta básica do plano previa a esterilização forçada de todos os alemães (mulheres abaixo de 45, e homens abaixo de 60 anos de idade.) Assim, de acordo com Kaufman, poderia ser eliminado de uma vez por todas o gene agressivo do “germanismo” da face da terra.

A apresentação do plano por Kaufman, sem subterfúgios, e a sua exposição pública, mostra a realidade dos ânimos anti-germanistas então existentes. Posteriormente reconhecido como politicamente incorreto, parte da mídia tendeu a expo-lo como ridículo e fruto de devaneios pessoais. Porém, seguiu-se com a execução do crime, adaptando-o a parecer-se politicamente correto, e com as justificativas circunstancialmente palatáveis ao mundo. Assim, os bombardeios estratégicos visavam o genocídio do povo alemão. Este genocídio prosseguiu após a guerra na figura dos campos de concentração poloneses, franceses, e dos EUA, a se destacar o Rheinwiesenlager – em alemão traduzido para o português como “Campos dos prados do rio Reno”, e era um complexo de aproximadamente 20 campos de concentração montados pelos EUA ao final da Segunda Guerra Mundial, ao longo do rio Reno na Alemanha e destinados a mais de 3,4 milhões de prisioneiros alemães. Conforme dados oficiais dos EUA faleceram nestes campos apenas 5.000 pessoas, porém relatos independentes (James Bacque) mencionam a quantidade mínima de 1.000.000 de mortes. Outras pesquisas relatam em torno de 750.000 mortes. Eram campos de concentração destinados ao extermínio de alemães, sejam soldados ou civis.

Rheinwiesenlager às margens do Rio Reno - dani rodland - nazismo - daniela feliz barbosa guerreiro
Rheinwiesenlager às margens do Rio Reno.

Nesta fase de execução do programa, não se utilizou a sugerida esterilização, porém a simples exterminação física. Posteriormente, na impossibilidade de mantê-la indefinidamente frente a opinião pública mundial, passou-se à fase da miscigenação. Sob a justificativa da falta de mão de obra, e sob o manto da apregoada igualdade humana universal do multiculturalismo, iniciou-se a política da imigração em massa de cidadãos de cultura diversa, sem estrutura escolar e laboral, a serem sustentados pelo sistema previdenciário alemão, visando através da miscigenação, a lenta e gradual descaracterização e afinal eliminação da raça alemã. Embora não com a esterilização, mas com métodos dissimulados e portanto mais eficientes a longo prazo, está em curso o plano Kaufman.

Ao contrário do que se apregoa, é histórica e cientificamente insustentável a acusação feita ao regime nacional socialista alemão, de que teria premeditadamente se empenhado no extermínio físico do judeu, acusação que pretende-se incutir nas mentes incautas do público mundial através de histórias como a de Seis milhões de judeus exterminados (o qual irei dedicar um post no futuro para explicar a “Farsa do Holoconto”. Concomitantemente com a divulgação do mote dos Seis milhões, encobre-se o extermínio da raça alemã, iniciada em tempos atuais a partir da Segunda Guerra dos Trinta Anos (1914-1945) – período de compreende a Primeira Guerra Mundial, o entre-guerras e a Segunda Guerra Mundial, também convencionada de A GUERRA CIVIL EUROPÉIA, expulsões e massacres sistemáticos e em grande escala de seres humanos, principalmente alemães, como por exemplo os bombardeios praticados pelos aliados, de cidades alemãs visando a eliminação dolosa e programada milhões de civis. Ou então o aprisionamento de civis em campos de concentração montados pelos aliados em território alemão, como nos Rheinwiesenlager, onde os reclusos eram abandonados ou assassinados e destinados a perecer das formas mais desumanas possíveis. A atual divulgação histórica e os meios de comunicação “politicamente corretos” negam ou camuflam estes fatos, ou os consideram como “teorias de conspiração”.

divisão da europa - dani rodland - nazismo
A repartição proposta por Kaufman, agora com a permanência da Áustria.

O fato foi propositadamente ignorado pela mídia e pelo governo da República Federal da Alemanha (Alemanha Ocidental, até a queda do Muro de Berlim, em 1988), inclusive para falsear a realidade histórica, avessa aos interesses dos atuais poderes mundiais.

Na contramão europeia, vemos os Estados Unidos da América com o presidente Donald Trump, defendendo os valores da raça branca e criando barreiras para evitar que indigentes e outras raças se misturem e contribuam para a perda da identidade americana. Já em Londres, por exemplo, vemos um muçulmano, Sadiq Khan, eleito como prefeito da capital inglesa. Uma clara demonstração de enfraquecimento do tradicionalismo e da identidade nacional no país, que outrora sempre combateu a ameaça árabe em guerras e acordos diplomáticos.

Os planos acima citados que tiveram como primórdio o ideal de exterminar a raça alemã e criar uma raça mestiça de “gados passivos e submissos”, de pouca inteligência, ou similar a de um negro, tem estreita relação com os deslocamentos de contingentes populacionais na Europa e a perda gradativa da identidade cultural e dos valores tradicionais. Para piorar, a mestiçagem entre raças superiores e inferiores é um problema que, em regra, o mundo todo vem enfrentando – salvo raras exceções.

6 thoughts on “O genocídio da identidade cultural, da auto-determinação dos povos e do conceito de Nação: uma breve história sobre o identitarismo europeu contemporâneo

  1. MTO BOM DANI RODLAND, ESSES NEGROS SUJOS HAITIANOS, CONGONESES E PRETOS DE SURINAME E DA GUIANA FRANCESA SÓ VEM AQUI PRO BRASIL PRA MATAR, ROUBAR E TRAFICAR COMO TODO PRETO

    AINDA SE ACASALAM E REPRODUZEM FEITO COELHOS, ENCHENDO O PAÍS DE NEGROS, PRINCIPALMENTE AQUI NO SUL. TA CHEIO DE MACACO AKI JAH

    CONCORDO COM VC Q A UNICA SOLUÇÃO É EXTERMINAR ESSES NEGROS MESMO ATRAVÉS DE CASTRAÇÃO QUÍMICA E ETC PARA QUE PAREM DE SE REPRODUZIR

    SO ASSIM PARA A SOCIEDADE SE LIVRAR DESSES LADRÕES CRIMINOSOS QUE SEMPRE FICAM IMPUNES GRAÇAS AO VITIMISMO E AJUDA DE POLÍTICAS ESQUERDISTAS

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  2. Achei bom esse artigo. Continue com posts tipo esse, Dani, que agregam conteúdo. Deixe de lado esse ódio que tens contra os negros da UFPA, é como aquele ditado, “porcos rolam na lama pois é de sua natureza fazê-lo”. Não vais ganhar nada atacando-os, melhor fazer um site de conteúdo científico como vens fazendo.

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